sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

VACINAÇÃO HPV

ATENÇÃO MENINAS ENTRE 11 E 13 ANOS!!!!!

ARTIGO QUALIDADE DE ENSINO


ARTIGO SOBRE ADAPTAÇÃO ESCOLAR

ADAPTAÇÃO ESCOLAR

Na nossa prática profissional, tem sido comum no início de ano letivo escolar lidarmos com o chamado período de adaptação dos educandos. São crianças e adolescentes que se encontram num momento de inauguração de uma nova realidade escolar e, consequentemente, de um novo momento existencial.
Contudo, falar em adaptação escolar para crianças e adolescentes por vezes nos sugere, equivocadamente e talvez pela infelicidade do nome, numa formatação que não leve em conta as peculiaridades do educando. Assim, sua individualidade teria que ser encaixada e moldada dentro de uma instituição de ensino.
Ora, é óbvio que qualquer instituição possui suas regras e normas mínimas que precisam ser observadas para o seu próprio funcionamento. Entretanto, mesmo com todas as nossas limitações e falhas, tentamos nos nortear pelo respeito, resgate e promoção justamente da individualidade do educando. Contudo, procurando ir além deste importante aspecto, queremos enfatizar outro muitas vezes deixado de lado. Isto é, gostaríamos de ressaltar o significado de um não entrosamento, num sentido mais amplo, do educando com a sua escola.
Geralmente, tanto a criança quanto o adolescente vivenciam a escola como sua primeira inserção no mundo fora do contexto familiar. A maneira como esta inserção ocorre pode nos servir de parâmetro de como está o seu processo de amadurecimento psicológico, já que consideramos que é na escola que se exercita inicialmente as ferramentas para caminhar adquiridas até então.  Nesta perspectiva, a escola assume uma relevância além da importante aquisição de saberes. Pois é nela que o educando se relaciona com um grupo, aprende a ceder, a reivindicar, a expressar sua afetividade, desejos, impotências, conflitos, sonhos e rebeldias. A escola é um lugar que lida com adultos distintos de seus pais, com regras, horários, desafios e descobertas fora da proteção familiar. Lá que se depara, basicamente pela primeira vez, com limites e desafios; que tem que socializar e relacionar com colegas que não são obrigados a aceitá-lo e que até o criticam. Lá onde os grupos surgem, talvez pela primeira vez, por afinidades... Assim, muitas vezes quando uma criança ou um adolescente está apresentando qualquer tipo de dificuldade na escola, pode estar sinalizando que está tendo dificuldades em algum aspecto de sua vida e que algo precisa ser mais detidamente examinado. Quem sabe, uma falha da própria escola... Porque não?
Desta forma, é de extrema relevância não só a escola, mas, principalmente, os pais acompanharem atentamente a qualidade do relacionamento e do processo de aprendizagem do educando no ambiente educacional, com suas descobertas e buscas.
Infelizmente, muitas vezes alguns pais, por não estarem atentos a este aspecto tão importante, deixam esta responsabilidade única e exclusivamente para os profissionais de educação. Desconsideram o fato de que ainda são as grandes referências de seus filhos, mesmo que muitas vezes questionadas e contestadas.
Temos a convicção de que a parceria família-escola, tendo um referencial comprometido com o afeto e a responsabilidade, seja a mais profícua e interessante para o acompanhamento tanto da criança quanto do adolescente no seu processo de amadurecimento psicológico.
E estar atento, acompanhar e se posicionar como parceiro da escola de seu filho, é sem dúvida, uma demonstração de amor.

Paulo Bonfatti

SOBRE PAIS, FILHOS E LIMITES

SOBRE PAIS, FILHOS E LIMITES

 Podemos observar que muito se tem falado e discutido sobre a importância de se estabelecerem limites para os filhos. Contudo, infelizmente, estas considerações em geral acontecem quando os filhos demonstram atitudes condenáveis do ponto de vista dos pais e do ponto de vista social. "Isso é falta de limite!" é o que muitos dizem, diante de uma maior extrapolação por uma criança ou um adolescente.
 Por outro lado, perante a colocação de uma possível necessidade ou questionamento em relação a limites, muitos pais afirmam que estão educando seu filho ou filha "para o mundo" ou que ele ou ela não são propriedade deles e devem fazer o que acham que é certo. Esta visão de mundo é, sem dúvida, bastante interessante e louvável. Contudo, ela pode ser distorcida e, por isso, precisa ser melhor examinada.
 Parece-nos bastante evidente que existem atitudes das crianças e adolescentes que precisam e devem ser orientadas e corrigidas. Entretanto, a importância do limite vai muito além do que ter como objetivo apenas um "bom comportamento" do filho.
 Entendemos que estabelecer limites para os filhos é algo bastante distinto daquilo que possa ser entendido como repressão. Pois, apesar dos constantes protestos e ouvidos moucos, as crianças e os adolescentes precisam muito de nossas referências... Por diversas vezes, achamos que eles já são maduros o suficiente. Assim, não percebemos o quão perdidos se sentem quando não tem estas referências que, em muitas ocasiões, fazem-se presentes através dos limites estabelecidos pelos pais.
 Portanto, não é raro observarmos o sentimento de abandono em filhos cujos pais não se preocupam em exigir atitudes e cumprimento de regras e normas familiares e/ou escolares. A sensação de alívio e segurança pode ser também observada nos filhos quando os pais estabelecem limites. Em algumas ocasiões, tanto as crianças quanto os adolescentes sentem uma certa tranquilidade em saber que alguém "não permite" que façam tudo que querem de uma forma instintiva e descontrolada.
 Um outro aspecto interessante é quando constatamos que, em geral, os pais procuram passar aos seus filhos algo diferente daquilo que experienciaram enquanto filhos que também foram. Fazem isso na expectativa de que possam dar mais e melhor para seus filhos, seja no aspecto econômico, afetivo e educacional. É comum ouvirmos: "com meu filho vai ser diferente!" ou "não quero que minha filha passe pelo que passei..." Ora, podemos observar com certa facilidade que a maioria dos pais de hoje teve nas suas relações familiares, quando crianças e adolescentes, uma educação mais rígida, fechada e até mesmo repressora. Parece-nos que seja bastante razoável que queiram ser diferentes neste aspecto também com seus filhos. Sem dúvida, é de suma importância que possamos nos avaliar para não repetirmos velhas histórias que não deram certo.
Contudo, não podemos nos furtar a continuar sendo os pais, a referência para nossos filhos. É fundamental que não nos escondamos numa postura exclusivamente permissiva, "moderna" ou pseudo-libertadora.
 É bem verdade que colocar limites é muito cansativo e chato, muito mais para os pais do que para os filhos. Exige dos pais muita maturidade para discernir e questionar o que são seus preconceitos e inseguranças pessoais e o que necessita realmente ser considerado inadequado para os filhos. Por outro lado, ser repressor ou permitir tudo dá muito menos trabalho, pois não gera conflitos, questionamentos, nem libertação e, muito menos ainda, crescimento, seja por parte dos pais, seja por parte dos filhos.
 Sem dúvida alguma, lidar com limites requer que estejamos mais perto afetivamente de nossos filhos, numa atitude dialogal em que se reconheça o outro como diferente, como indivíduo. Requer que sejamos menos egoístas e que não acreditemos que eles não precisem mais da gente.

 Paulo Bonfatti

10 DICAS PARA SER UM JOVEM VENCEDOR!

REFLITA E APROVEITE...

10
Dicas para ser um vencedor!
1ª Escolha seus amigos. Não ande com pessoas que não vão agregar nada à sua vida futura;
2ª Estude. Lembre-se que o século XXI é o século da inteligência. Vencerão somente os melhores;
3ª Procure ouvir a experiência dos mais velhos. Às vezes pode ser chato, mas antes de descartar bons conselhos, pense neles;
4ª Cuide de sua saúde. Pratique esportes. Não fume;
5ª Encha seu tempo. Não fique desocupado. Faça alguma coisa boa - cursos rápidos além da escola é uma boa opção;
6ª Aprenda inglês e espanhol. Lembre-se que inglês será idioma universal. Mais da metade da população mundial estará falando inglês nos próximos anos. Espanhol é importante porque será a segunda língua mundial;
7ª Aprenda computação. Seja amigável com um computador. O mundo será cada dia mais eletrônico. Navegue na Internet buscando informações úteis para o seu futuro;
8ª Divirta-se. Seja uma pessoa alegre. Sorria!
9ª Seja "polido" e "educado". Saiba dizer "com licença", "por favor", "obrigado", "desculpe". Pessoas educadas têm mais sucesso na vida e no trabalho;
10ª Resista à tentação às drogas e maneiras fáceis (e falsas) de ser feliz. Lembre-se que a felicidade e o sucesso são construídos no dia-a-dia por nossas atitudes e comportamentos. Acredite em Você!
 Lembre-se que Você é a pessoa mais importante no mundo! Você merece o melhor!
Luiz Almeida Martins Filho, Ph.D.